Em 8 de julho de 2020, o fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, falou sobre a possibilidade de um “ataque cibernético em escala global”, em comparação com o qual a Covid-19 não passaria de um “pequeno transtorno”.

“Todos nós sabemos”, diz Schwab, “mas ainda não prestamos atenção suficiente ao cenário assustador de um ataque cibernético global, que poderia levar a uma paralisação completa do fornecimento de eletricidade, transporte, serviços hospitalares, atingindo nossa sociedade como um todo. A crise da Covid-19 seria vista, neste sentido, como um pequeno transtorno, se comparado a um grande ataque cibernético. Utilizemos a crise da Covid-19 como uma boa oportunidade para refletir sobre as lições que a comunidade de segurança cibernética poderia dela tirar, preparando-nos melhor para uma potencial ciberpandemia”.

De duas uma: ou Schwab é um catastrofista ou um vidente. Mas poderia tratar-se de um programa já estabelecido para acelerar o que eles chamam de Grande Reset. Por que a suspeita?

Em primeiro lugar, para que se realize, como diz Schawb, um ciberataque global, seriam necessários grupos de pessoas mal-intencionadas espalhadas por todos os continentes. Utilizarão satélites espaciais que podem ser gerenciados por simples smartphones? Esperemos que os responsáveis ​​tenham tomado medidas para protegê-los. Caso contrário, estamos fritos, pois o programa do Great Reset é apoiado pelas principais potências do planeta.

Mas será possível que, diante de uma ameaça tão devastadora, ninguém tenha se preocupado com esse perigo, no qual esse que vos escreve, e muito mais gente, tem pensado desde os apagões no nordeste dos Estados Unidos, em 2003? Depois da experiência dos apagões, várias vezes repetidos, que cancelaram todas as atividades de pelo menos cinquenta milhões de americanos por algumas horas, precisávamos de que Schwab nos lembrasse? Os governos dos países mais ricos e poderosos são menos inteligentes do que esse pessimista teutônico? Tal catástrofe só poderia acontecer com o consentimento daqueles que possuem interesses irreveláveis: os mesmos que montaram o terror da Covid-19, ou seja, os promotores do Great Reset.

Como levar a sério os governantes, a OMS e os amigos de Schwab que, por um ano, calaram a boca de milhares de médicos que trataram a fera da Covid-19 com medicamentos já existentes? Não podemos dar crédito a governos que se calaram sobre o número de suicídios e o aumento de pessoas deprimidas, provocado por seu terrorismo midiático. Não podemos confiar naqueles que levaram à ruína sistemática milhares de pequenas e grandes empresas e, incrivelmente, impuseram aos hospitais que não recebessem pacientes que não fossem da Covid. Fizeram com que idosos morressem sozinhos, sem o conforto dos familiares; mantiveram nossos filhos presos em casa, acompanhando aulas por meio de computadores; impediram que milhões de cidadãos deixassem suas casas por meses, multando até os que precisavam fazer uma solitária caminhada noturna para não enlouquecer. Uma política criminosa o suficiente para merecer um julgamento como o de Nuremberg.

A propósito da Covid, concluo com uma nota muito breve relativa ao novo governo italiano, chefiado por Mario Draghi. Salve-se quem puder, se continuarmos a falar só da santa vacina e a impor lockdowns, sem dar espaço aos médicos que trataram o vírus com remédios mais simples. Se Gates previu a pandemia de Covid alguns anos atrás, é lícito que também devêssemos esperar por essa ciberpandemia.

Meu conselho é este: comprem um pedaço de terra, algumas galinhas e uma cabra para o leite… Além da ajuda de Deus, só há uma alternativa: os jovens devem se organizar e agir.

“Todos nós sabemos, mas ainda não prestamos atenção suficiente ao cenário assustador de um ataque cibernético global, que poderia levar a uma paralisação completa do fornecimento de eletricidade, transporte, serviços hospitalares, atingindo nossa sociedade como um todo. A crise da Covid-19 seria vista, neste sentido, como um pequeno transtorno, se comparado a um grande ataque cibernético. Utilizemos a crise da Covid-19 como uma boa oportunidade para refletir sobre as lições que a comunidade de segurança cibernética poderia dela tirar, preparando-nos melhor para uma potencial ciberpandemia”.