“Em certos distritos e na internet, grupos… estão ensinando o ódio à república aos nossos filhos, exortando-os a não respeitarem as leis do país. É isto que eu chamei de “separatismo”… Se não acreditam em mim, leiam as postagens nas redes sociais sobre o ódio que acabou na morte de Paty. Deem uma volta nos bairros onde as meninas de três ou quatro anos vestidas de burca, separadas dos meninos já muito novinhas, separadas do restante da sociedade, criadas no ódio aos valores da França”. — Presidente francês Emmanuel Macron, Financial Times, 1º de novembro de 2020.

“Sou a favor do respeito às culturas, às civilizações, mas não vou mudar minha lei só porque causou espanto em outros lugares”. — Emmanuel Macron.

De acordo com o jornalista americano Thomas Chatterton Williams, usar o termo “‘ataque com faca’ para retratar a decapitação é tão eufemístico que isto por si só já é uma forma de violência contra a língua propriamente dita”.

Parece que a mídia anglófona vive num mundo alheio à realidade, alicerçada na perseguição e caça imaginária, procurando chifre em cabeça de cavalo, vê racismo onde não existe, sequer sabe que palavra usar quando ele aparece nas ruas da França para decapitar um professor.

No entanto, aparentemente, receosos de serem chamados de “racistas” e não de serem assassinados, como Samuel Paty, que eles optam pela autocensura. Para não parecerem covardes, chamam isso de “respeito”… A pergunta que não quer calar é: será que a mídia americana espera algum tipo de reciprocidade?

Não é por acaso que, em nome da “diversidade”, no ano passado a mídia americana andou caçando e alfinetando jornalistas como James Bennett e Bari Weiss, que se demitiram do New York Times.

https://pt.gatestoneinstitute.org/16805/midia-ataques-terroristas-franca