Depois da interdição dos templos pelo governo francês — efeito do Grande Reset?  —, católicos de lá continuam fazendo manifestações (com máscaras e o devido distanciamento interpessoal) diante das igrejas, pedindo Missa. A Polícia tem ordem de dispersá-los.

Ainda na França, quase uma centena de pessoas se reuniu numa pequena cidade do interior, Chambéry, em frente ao Palácio da Justiça local, para exigir liberdade de culto, da mesma maneira que os supermercados tinham liberdade de abrir suas portas.

“Temos necessidade de cuidar de nossas almas”, era o grito pacífico dos manifestantes. Reclamavam de injustiça e perseguição: “Precisamos de comunhão para poder suportar o lockdown. Essa situação provoca ansiedade. Sem transcendência, não podemos administrar nosso stress.”

Noutra cidade da França, Bayonne (na fronteira com a Espanha), o Bispo Marc Aillet protestou: “Se o Leroy-Merlin pode funcionar aos domingos, por que não as igrejas?”

Alguém até sugere que, se for assim, que se celebre Missa no Leroy-Merlin…