“(…) Como tive oportunidade de lhe escrever na minha carta de junho passado, este momento histórico vê desdobradas as forças do Mal, numa batalha impiedosa contra as forças do Bem; forças do Mal que parecem poderosas e organizadas diante dos filhos da Luz, desorientados e desorganizados, abandonados pelos seus líderes temporais e espirituais.

Ouvimos multiplicar-se os ataques de quem quer demolir as próprias bases da sociedade: a família natural, o respeito pela vida humana, o amor pela pátria, a liberdade de educação e de negócio. Vemos os líderes das Nações e os líderes religiosos cederem a este suicídio da cultura ocidental e da sua alma cristã, enquanto, aos cidadãos crentes, são negados os direitos fundamentais em nome de uma emergência sanitária que, cada vez mais, se revela como instrumental para o estabelecimento de uma desumana tirania sem rosto.

Um plano global, denominado Great Reset, está em curso. O artífice é uma elite que quer subjugar toda a humanidade, impondo medidas coercivas para limitar drasticamente as liberdades dos indivíduos e dos povos. Em alguns países, este projeto já foi aprovado e financiado; noutros, ainda está num estágio inicial. Por trás dos líderes mundiais, cúmplices e executores deste projeto infernal, estão personagens sem escrúpulos que financiam o World Economic Forum e o Event 201, promovendo a sua agenda.

O objetivo do Great Reset é a imposição de uma ditadura sanitária, com o intuito de impor medidas liberticidas, escondidas por trás de tentadoras promessas de garantir um salário universal e de cancelar as dívidas dos indivíduos. O preço dessas concessões do Fundo Monetário Internacional deveria ser a renúncia à propriedade privada e a adesão a um programa de vacinação COVID-19 e COVID-21, promovido por Bill Gates, com a colaboração dos principais grupos farmacêuticos. Além dos enormes interesses económicos que movem os promotores do Great Reset, a imposição da vacinação será acompanhada da obrigatoriedade de um passaporte sanitário e de uma identificação digital, com o consequente rastreamento dos contatos de toda a população mundial. Aqueles que não concordarem em submeter-se a estas medidas serão confinados em campos de detenção ou em prisão domiciliar, e todos os bens lhes serão confiscados.

Senhor Presidente, imagino que esta notícia já seja do seu conhecimento: em alguns Países, o Great Reset deverá ser ativado entre o fim deste ano e o primeiro trimestre de 2021. Para tanto, estão previstos novos lockdowns, oficialmente justificados por umas supostas segunda e terceira ondas da pandemia. O senhor sabe bem quais foram os meios utilizados para semear o pânico e legitimar as limitações draconianas das liberdades individuais, provocando, de modo hábil, uma crise económica mundial. Esta crise serve para tornar irreversível, nas intenções dos seus artífices, o recurso dos Estados ao Great Reset, dando o golpe final num Mundo de que se pretende apagar completamente a existência e a própria memória.

Mas este Mundo, Senhor Presidente, traz consigo pessoas, afetos, instituições, fé, cultura, tradições, ideais: pessoas e valores que não agem como autómatos, que não obedecem como máquinas, porque dotados de uma alma e de um coração, porque estão unidos, entre si, por um vínculo espiritual que haure a sua força do alto, daquele Deus que os nossos adversários querem desafiar, como, no início dos tempos, fez Lúcifer com o seu non serviam (…)”.