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Se Deus não existe, tudo é permitido: bons fins podem tranquilamente, nas mentes batidas pelos ventos do niilismo, justificar os meios mais torpes.

Um exemplo são vacinas e outros medicamentos feitos com órgãos de fetos abortados voluntariamente (que, dizem, seriam mais saudáveis que fetos abortados espontaneamente).

E o que é ainda mais tétrico: abortados ainda com vida e nas melhores condições possíveis, pois com o coração ainda batendo é maior o aproveitamento dos órgãos, que são enviados imediatamente aos laboratórios.

Há perguntas que seria melhor nem fazer. Como esta, por exemplo: quantas mães teriam lucrado com esses abortos voluntários dos próprios filhos?

Fala-se de documentos comprovando essas operações comerciais, hoje em mãos do FBI e Congresso Nacional dos EUA. Só a Planned Parenthood (que se deu mal na administração Trump) teria produzido perto de 330.000 abortos dessa espécie por ano. Os minibebês eram estraçalhados e suas partes vendidas a mais de 300 dólares cada uma.

Esse negócio sujo, que envolve a indústria farmacêutica, clínicas de aborto e mães pós-modernas, acaba também, por tabela, nos envolvendo a todos — sobretudo agora, com o corre-corre dos laboratórios atrás da vacina anti-covid-19 —, quando nos defrontamos com um duríssimo problema moral: é lícito ou não, para salvar a própria pele, usar um remédio feito em condições tão imorais?