plasmaterapia

O jornal católico italiano, Nuova Bussola Quotidiana, no começo de maio, foi o primeiro a dar espaço aos protagonistas da terapia com plasma contra o covid-19. Dr. Cesare Perotti, diretor do setor de imuno-hematologia do Hospital São Mateus, em Pavia, explicava como funcionava o “tratamento solidário”, que “usava” os voluntários curados para curar os novos doentes: retiraram-se plasmas hiperimunes dos curados, que tinham desenvolvido anticorpos naturalmente, após a cura. Esses plasmas eram congelados e finalmente injetados no paciente, passando a agir diretamente sobre o vírus. Um método fácil de explicar, mas que tecnicamente, segundo dr. Perotti, escondia um enorme trabalho laboratorial e clínico por trás.

Segundo o médico, desde o início do tratamento as mortes deixaram de ocorrer, com um tratamento relativamente pouco custoso. O tratamento, que era esnobado por políticos e virólogos que pontificavam na televisão, logo interessou os EUA, que solicitaram os protocolos. Dr. Perotti contou que foi de chineses que tinha ouvido, pela primeira vez, falar desse tratamento. Na China, “mais de mil pacientes fortam curados dessa maneira. Uma delegação veio diretamente de Whuan para nos passar informações sobre o uso do plasma; eu os recebi pessoalmente”.

Isso foi no início de maio.

Agora, em julho, Dr. Perotti já não hesita em afirmar que o plasma realmente cura: os dados estão confirmados. Nos próximos dias, ainda em julho, aparecerá em uma revista científica o artigo que dá conta da experiência realizada naquele hospital italiano, devidamente submetido ao “peer review” (revisão pelos pares).

“Se alguém tivesse percebido a tempo os benefícios da plasmaterapia”, disse dr. Perotti à mesma Nuova Bussola Quotidiana, “contaríamos uma história menos trágica”. Nas vésperas da publicação científica, e após o importante reconhecimento da Comissão Europeia, que o escolheu como líder da pesquisa, o diretor de Imuno-hematologia do Hospital São Mateus, de Pavia, fala ao jornal católico sobre os extraordinários resultados do tratamento “democrático” combatido pelos altos círculos: “A política interferiu, surgiram personagens estranhos, episódios que me enojaram e não houve colaboração no território nacional. Mas a cura funciona, agora podemos dizê-lo e nos preparar para enfrentar com calma o medo de uma possível nova onda”.

https://lanuovabq.it/it/cosi-col-plasma-ho-sconfitto-virus-e-interessi-politici