black lives matter

Os distúrbios de rua em certas cidades americanas (e europeias) não tem nada a ver com o racismo. Na realidade, resulta de um confronto violento entre duas concepções divergentes do mundo ocidental, duas abordagens opostas do indivíduo no seio da sociedade: progressismo versus conservadorismo.

Para o primeiro, “progresso” é entendido como questionamento das balizas que orientaram as sociedades humanas ao longo dos séculos. Elas devem ser abatidas e proscritas. Seria a desconstrução de valores que geraria o progresso.

O indivíduo é concebido de uma maneira muito fluida: originalmente assexuado, está livre para escolher seu gênero. Não é de um certo lugar, mas de qualquer lugar. Fronteiras não fazem mais sentido.

Se é uma vítima, terá certamente responsabilidade nisso, e deve fazer um ato de contrição com os joelhos dobrados. Se for culpado, não importa de que lado esteja: é possível transformá-lo em vítima, em razão de códigos culturais contraditórios. As minorias barulhentas sempre terão, dessa maneira, mais direitos do que a maioria silenciosa.

Para o conservadorismo, ao contrário, as sociedades só podem prosperar com a imposição de uma ordem mínima e apoiando-se em uma base de valores e convenções sociais que devem ser preservadas, tal como as fundações de um edifício.

Apenas o respeito pelas tradições, identidades e história é segurança de um equilíbrio necessário para o desenvolvimento da humanidade. A fluidez, mencionada anteriormente, é portanto oposta à resistência dos princípios seculares.

Nesta luta, que se assemelha a uma verdadeira guerra silenciosa, o progressismo usa minorias para semear o caos e derrubar a economia americana, jogando sobre o atual presidente a responsabilidade por tudo.

É uma estratégia grosseira e arriscada, uma vez que as manifestações, os tumultos e os saques ocorrem em cidades democratas, elas próprias sob governos democratas.

Os oligarcas progressistas (ligados ao Partido Democrata), donos da mídia, bancos e grandes multinacionais, alimentam esse trabalho de demolição com meios gigantescos.

Esses oligarcas instrumentalizaram as minorias de cor, convencendo-as de que são vítimas de um sistema discriminatório: é como jogar gasolina num braseiro.

Os tolos, de joelhos, caem na esparrela, idiotas úteis de uma grande fraude.

Vamos ser sinceros: essa estratégia mortífera não tem nada a ver com boa consciência, que só é usada como disfarce para esses poderes da sombra.

Na realidade, eles aspiram apenas a um objetivo: retomar a liderança da primeira potência mundial, a fim de prosseguirem com sua agenda de desconstrução das nações.

Se eles conseguiram colocar no poder o seu candidato francês, Emmanuel Macron, após um assalto eleitoral sem precedentes, não tinham conseguido impor Hillary Clinton  aos americanos, alguns meses antes.

Donald Trump, conservador, insubmisso e politicamente incorreto, estava fora das previsões no calendário globalista. Portanto, agora é importante fazer todo o possível para impedir sua reeleição.

O negócio não é simples, porque o “homem laranja” conseguiu resistir ao falso dossier russo, à tentativa desesperada de impeachment e ao escândalo sanitário da Covid-19.

Ele também não cedeu aos tumultos, provavelmente considerando que se voltariam contra seus instigadores democratas, pois os americanos das cidades pequenas e estados centrais são muito mais lúcidos do que podemos crer.

Trump está apostando que eles não serão enganados e farão, daqui a cinco meses, a mesma escolha que fizeram há quatro anos.

As pesquisas atuais, aquelas que não são falsificadas, parecem provar que ele está certo.

Esta luta das elites contra o povo é, no entanto, exaustiva e destrutiva. Acima de tudo, mostra como a democracia é uma forma de governo mais frágil do que parece. Os próximos meses serão muito complicados, pois o desafio é colossal e vai muito além dos Estados Unidos. Coloquemos os cintos, pois teremos turbulência!

https://www.lesalonbeige.fr/etats-unis-le-combat-des-elites-contre-les-peuples/