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Se Deus não existe, tudo é permitido: bons fins podem tranquilamente justificar os meios mais torpes.

A ação pró-aborto da Associação Nacional de Defensores Públicos (Anadep), que foi apresentada para julgamento do Supremo Tribunal Federal, alega que a mulher teria direito à “possibilidade de escolher não continuar com gravidez que lhe causa intenso sofrimento”.

A eliminação da dor, no ser humano, é uma boa causa; sem dúvida, um bom propósito, exceto se o preço a pegar pela suspensão da dor é o assassinato de outro ser humano. No entanto, para a elite niilista que vai, pouco a pouco, tomando de assalto todos os postos de liderança na sociedade, nada é mais normal. Afinal, se os civilizadíssimos índios maias e astecas já ofereciam sacrifícios humanos aos deuses em troca de benefícios, por que o homem pós-moderno não teria essa mesma prerrogativa?

Outro exemplo dessa mentalidade niilista são as vacinas e outros medicamentos feitos com órgãos de fetos abortados voluntariamente (mais saudáveis que fetos abortados espontaneamente).

Atenção: abortados ainda com vida e nas melhores condições possíveis, pois com o coração ainda batendo é maior o aproveitamento dos órgãos, que são enviados imediatamente aos laboratórios.

Quantas mães lucraram com esses abortos voluntários? Fala-se de documentos comprovando essas operações comerciais, hoje em mãos do FBI e Congresso Nacional dos EUA. Só a Planned Parenthood (que se deu mal na administração Trump) produzia perto de 330.000 por ano.

Os minibebês eram estraçalhados e suas partes vendidas a mais de 300 dólares cada uma. É um negócio sujo que envolve a indústria farmacêutica, clínicas de aborto e mães pós-modernas, para quem Deus já está morto e enterrado há muito tempo.