Ressurrection

Nestes dias, em que a Igreja comemora sem Missas a Ressurreição de Cristo — seguramente, o fato mais importante da história humana — eu me lembrei da prometida continuação do filme A Paixão de Cristo, que Mel Gibson está preparando há vários anos: será sobre a ressurreição de Cristo. Corri ao google e soube que deve ser lançada nos cinemas em 31 de março de 2021, dias antes do início da Semana Santa. A ocasião será oportuna para os produtores, é certo, eles que sonham com pródiga bilheteria e o retorno do dinheiro investido; mas muito mais oportuna será para os fiéis, que poderão ver alçar-se, do lixo cinematográfico atual, um filme sobre o maior de todos os assuntos.

O google me enviou ao site católico LifeSiteNews, que informou também que o filme é produzido pelo diretor e co-produzido por Jim Caviezel, que interpretou Jesus em A Paixão de Cristo e outra vez interpretará o Jesus ressuscitado. Vários atores do filme anterior estarão de volta: Maria Morgenstern (a Virgem Maria), Christo Jivkov (São João) ou Francesco de Vito (São Pedro).

O ator Jim Caviezel, em recente entrevista à Fox News, garantiu que o novo trabalho “será uma obra-prima”: “Será o maior filme da história. Um filme obrigatório para os tempos atuais”. Notou ainda o ator que as grandes produtoras cinematográficas evitam histórias sobre as Escrituras e, em vez disso, investem todos os seus recursos na produção de filmes baseados em super-heróis que, ironicamente, em geral estão enraizados nos ideais cristãos. Remontam, portanto, a Jesus Cristo. Quanto a mim, pude interpretar o maior super-herói que já existiu.”

Segundo Mel Gibson, “o filme não será apenas a narração de um evento extraordinário como a ressurreição de Cristo, mas também de todos os acontecimentos que o cercam e que ainda dão testemunho do seu significado”.