jerusalém

Jesus veio entre nós como luz para diluir as trevas de um mundo decaído.

Como Seus discípulos, também somos chamados a ser “luz do mundo”. É o que Ele nos diz no Evangelho neste domingo (João 1, 4-4, 9; 8, 12; 9 5).

Todas as três imagens que Jesus usa para descrever a Igreja estão ligadas à identidade e vocação de Israel.

Deus sempre associou Seu reino ao reino de David e seus filhos por uma “aliança de sal”, por ser o sal um sinal de permanência e pureza (2 Crônicas 13, 5, 8; Levítico 2,13; Ezequiel 43, 24).

Jerusalém deveria ser uma cidade situada em uma colina, acima das demais, atraindo todas as nações para a gloriosa luz que irradiada de seu templo (Isaías 2, 2; 60, 1-3).

A liturgia mostra-nos, nesta semana, que a Igreja e cada cristão são chamados a cumprir a missão de Israel.

Pela nossa fé e nossas boas obras, devemos fazer irromper nas trevas a luz da vida divina, como cantamos no Salmo deste domingo.

As leituras desta semana nos lembram que nossa fé nunca deve ser um assunto privado, algo que possamos esconder dentro de uma cesta.

Devemos nos dedicar aos aflitos, como Isaías nos diz na Primeira Leitura. Nossa luz deve brilhar como um raio da misericórdia de Deus para todos os pobres, famintos, nus e escravizados.

Deve haver uma qualidade transparente em nossas vidas. Nossos amigos e familiares, nossos vizinhos e concidadãos devem ver refletida em nós a luz de Cristo e, através de nós, ser atraídos para as verdades salvadoras do Evangelho.

E, então, oremos para que, como São Paulo na Epístola de hoje, possamos proclamar Cristo com toda a nossa vida — mas Cristo crucificado.

https://stpaulcenter.com/audio/sunday-bible-reflections/light-breaking-forth-scott-hahn-reflects-on-the-fifth-sunday-in-ordinary-time/