“Uma só coisa é necessária”. Pronunciadas dois mil anos atrás na casa de Marta e Maria, em Betânia, essas palavras de Nosso Senhor devem calar bem fundo no coração do homem moderno, recordando-o de uma verdade perene, mas há muito esquecida: de nada adianta “ganhar” o mundo inteiro e perder a própria alma no fogo do inferno. Medite com Padre Paulo Ricardo sobre o Evangelho deste domingo e descubra o que (ou quem, melhor dizendo) é o “único necessário” de nossa existência.

Vermeer

Naquele tempo, Jesus entrou num povoado, e certa mulher, de nome Marta, recebeu-o em sua casa. Sua irmã, chamada Maria, sentou-se aos pés do Senhor, e escutava a sua palavra.

Marta, porém, estava ocupada com muitos afazeres. Ela aproximou-se e disse: “Senhor, não te importas que minha irmã me deixe sozinha, com todo o serviço? Manda que ela me venha ajudar!”

O Senhor, porém, lhe respondeu: “Marta, Marta! Tu te preocupas e andas agitada por muitas coisas. Porém, uma só coisa é necessária. Maria escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada”. (São Lucas 10, 38-42)

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