imitacao_de_Deus

A perfectibilidade do homem que é a sua capacidade de se contruir, de se tornar melhor a cada dia, é o que nos leva a Deus.

Não é Deus que nos torna melhores, somos nós que inspirados pela perfeição Divina devemos nos esforçar para nos aperfeiçoarmos, para nos tornarmos melhores a cada dia, para superarmos nossas fraquezas, nossas debilidades, nossas infelicidades.

O amor de Deus não significa o amor ao ídolo, ao ser poderoso e milagroso que pode nos salvar  de um golpe. O amor de Deus significa a vontade insuplantável de nos aproximarmos da perfeição Divina, de nos comportarmos com uma centelha de sua bondade absoluta, de nos inspirarmos na sua misericórida incondicional, de particarmos um átomo de sua justiça infalível.

O verdadeiro amor a Deus não se realiza no abstrato da oração ou na esterilidade do cristianismo passivo, mas na ação de uma vida virtuosa, nas nossas obras cotidianas, naqueles momentos em que procuramos imitar a Deus por amor a nós mesmos e aos nossos semelhantes. Amar a Deus significa amar incondicionalmente suas virtudes e praticá-las no nosso dia-a-dia.

O catolicismo, como religião viva, se faz hoje e agora na vida dos fieis e não nas missas dominicais que devem ser apenas o pináculo, o ponto alto da semana santa que todos nós devemos viver continuamente.

As ações humanas inspiradas pelos exemplos que Cristo, Deus encarnado, nos legou, a imitação cotidiana das virtudes Divinas que a vida dos Santos nos revelam é o único caminho que é capaz de nos redimir neste mundo de desespero e caos  a que fomos lançados.

Desejar, procurar, amar intensamente a Deus significa, a cada dia, imitar suas virtudes. Imitando Deus superaremos nossas fraquezas e construiremos uma vida melhor, um mundo melhor. Este é o único caminho para o verdadeiro cristão.